5 novembro 2018
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Como investir corretamente em FIDCs

Por Edson Hydalgo Junior, commercial officer da Intrader DTVM

Como há iniciantes nessa área de investimento, a Intrader e eu, Edson Hydalgo Junior, estamos fazendo essa série para explicar como investir em FIDCs (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) não é um bicho de sete cabeças.

 

Até aqui, já explicamos o que são os FIDCs e quais as vantagens e desvantagens na hora de aplicar o seu capital. Agora, temos um novo tópico: como investir corretamente?

 

Para começar a investir em FIDC sem nenhum problema ou risco é necessário verificar  a validade jurídica do título que foi selecionado. Claro, também é necessário estudar e conhecer bem a instituição que administra o título para saber se há alguma chance do futuro ser obscuro ou não. Afinal, estamos falando do seu dinheiro.

 

É sempre interessante analisar os informações sobre a empresa junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Ambima), que são órgãos que regulam esses produtos financeiros.

 

O próximo passo é requisitar a descrição do investimento que fará com que você possa avaliar com cuidado todas as condições que o fundo demonstra. Logo após ter feito isso é preciso analisar o rating que é atribuído ao fundo e outros riscos, que te darão uma base de dados que estarão dentro do seu perfil como investidor.

 

Outra parte importante que deve ser examinada antes de investir em FIDCs é a sua série histórica do fundo. Embora sempre circule no mercado o ditado “resultado passado, não é garantia de rendimento futuro”, esse histórico demonstra que há uma gestão eficiente do fundo, um dado muito relevante na hora de investir.

 

Indicadores para FIDCs

 

Está de acordo com todas as condições até agora? Chegou a hora de analisar alguns indicadores importantes. O índice de subordinação da cota, por exemplo, mostra se ela é ou não subordinada a outras opções chamadas de sênior.

 

A cota subordinada, por exemplo, só pode ter o seu resgate após as cotas seniores terem sido resgatadas, o que faz com que o risco do investimento aumente. A avaliação das taxas de recompensa e graus de perda ao longo dos anos também faz sentido e fará com que você decida se essa é ou não a melhor opção.

 

Porém, como dito no outro artigo em que discutimos as vantagens e desvantagens de investir em FIDCs, é necessário ter em mente que esse tipo de investimento é uma opção limitada para os investidores mais qualificados. Ou seja, pessoas possuam mais de R$ 1 milhão investidos e com comprovação.

 

Viu, só? Investir em FIDCs não é nenhum bicho de sete cabeças, realmente. Acredito que até agora tenhamos uma base bastante consistente para que você consiga investir nesse tipo de fundo sem nenhuma complicação ou medo.

 

Fique por aqui. Iremos abordar mais temas dentro desse mundo de FIDCs sem deixar nenhuma dúvida.

 

Acompanhe os próximos posts!

Por Edson Hydalgo Junior, commercial officer da Intrader DTVM

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